Os números de 2015

Amei saber que mesmo parado o bloguinho continua aqui, rendendo!❤

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 73.000 vezes em 2015. Se fosse o Louvre, eram precisos 3 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Clique aqui para ver o relatório completo

Hidratação Schwarzkopf Bonacure Oil Miracle

Vamos voltar a falar de cabelo??? rs

A Sofia está dormindo, então vamos aproveitar. kkk

Na última sexta minha cunhada ficou com a nenê e eu fui no C. Kamura dar um tapa na beleza, porque minha sobrancelha estava uó. O cabelo até que estava ok, porque só tenho andado com ele preso. (Amamentar dá calor, ser mãe dá calor). Mas aproveitei e fiz uma hidratação.

Adorei o cheiro dos produtos e também o resultado, então vim contar.

O que usei foi a linha Schwarzkopf Bonacure Oil Miracle, que você encontra aqui.

Schwarzkopf Bc Oil Miracle

Schwarzkopf Bc Oil Miracle Kit de Tratamento

A linha tem como ativo o Óleo de Argan, mas diferente dos outros que já experimentei com o mesmo óleo, o cheiro é muito mais gostoso e o resultado muito mais leve.

O finalizador ou leave-in merece um destaque, pois é o máximo. Chama Schwarzkopf Bc Oil Miracle Spray Conditioner. Ele é bifásico, lindo e cheiroso. O cabelo ficou super brilhante, mas não pesado. Meu cabelo é misto e mesmo assim não rolou nenhuma oleosidade. Tem pra vender avulso também no Beleza na Web.

O produto ganhou Prêmio Nova, o que já indica que é bom.

Schwarzkopf Bc Oil Miracle Spray Conditioner

Schwarzkopf Bc Oil Miracle Spray Conditioner

PS: Quem quiser indicação de uma ótima profissional de sobrancelha, make, coloração, procure a Elis Barros, no C. Kamura SP. Super top e super boa.

PS 2: O C.Kamura SP participa da 2a. edição da Beauty Week Brasil, de 03 a 15 de março. Durante o período há dois combos especiais para as clientes:

1- nutrição + finalização. Hidratação com Bc oil Miracle da Schwarzkopf que repara e nutre profundamente os cabelos (o que contei acima!) + finalização com escova por R$160,00

2- Corte com C.K Artists por R$200,00* *exceto Celso Kamura.

Agende seu horário no11 3061 5500 Lembrando que a Beauty Week vai apoiar a Cabelegria, você poderá doar a quantidade que quiser em prol da ONG.😉

Ter um filho(a) na teoria e na prática

Só uma dose de realidade, porque não é do meu feitio enganar as pessoas. Rs

Atire a primeira pedra quem não concorda (e já teve um bebê). Mesmo assim é gostoso, ok? E dizem que melhora. A Sofia ainda não tem 2 meses. (Dizem que melhora com 3, estamos aguardando kkk).

Os maridos das minhas amigas que querem filhos que me perdoem, mas é melhor que elas saibam a verdade e, mesmo assim, queiram ter seus filhos. Acreditem, elas vão querer.

 

O item teoria é baseado no que eu imaginava. O item prática no que ocorreu / está ocorrendo. Poderia ser substituído por “antes e depois”.

 

Na teoria: ela vai dormir como um anjo.  Na prática: ela vai rir da sua cara quando você tentar niná-la. kkk

Na teoria: ela vai dormir como um anjo.
Na prática: ela vai rir da sua cara quando você tentar niná-la.

Com o tempo vou completando essa lista!

 

Parto

Na teoria: Você terá um parto natural lindo, seu bebê irá para seus braços e fará toda a dor ser esquecida.

 

Na prática: Nem todos os partos tem um final como esse. O bebê pode simplesmente não sair e você vai ter só a lembrança da dor – que claro, vai ser esquecido um dia – espero. (No meu caso, o desfecho foi bem doloroso, vide relato).

 

Amamentação

Na teoria: O bebê irá nascer e irá pegar seu peito e tudo será lindo.

 

Na prática: A amamentação não é instintiva nem pra mãe nem para o bebê e pode ser que nem ele nem você saibam fazer a pega correta, o que acarreta em machucados e nada do prazer que vemos na TV. Texto muito bom sobre o tema: http://minhamaequedisse.com/2012/08/123-preparar-amamentar/

 

+

Na teoria: Ordenhe antes de dar o peito para ele não ficar cheio e prejudicar a pega.

Na prática: O bebê está se esgoelando de fome, não dá tempo.

 

Na teoria: Não deixe o bebê pegar errado. Tire e coloque de novo.

Na prática: O bebê está se esgoelando de fome, não dá tempo.

 

Na teoria: Sente-se em um local confortável, com as costas retas e relaxa.

Na prática: O bebê está se esgoelando de fome, não dá tempo.

 

Amamentação exclusiva

Na teoria: Eu nunca vou dar fórmula pro meu bebê. A amamentação será exclusiva até os 6 meses – pelo menos.

 

Na prática: Você pode ficar com úlceras nos mamilos e ser proibida pelo médico de amamentar. No primeiro sinal de que seu bebê está perdendo peso, você não hesitará em dar fórmula.

 

Nota da autora: Aquela cumplicidade e conexão que dizem que só é possível com a amamentação, eu senti na primeira vez que dei mamadeira pra minha filha. Ela me olhou e ambas estávamos felizes. Eu sem uma dor insuportável (quem quiser ver como é uma úlcera no mamilo é só me pedir a foto – fissura é diferente, antes que me joguem pedras, ok?), ela “comendo” feliz e sem sofrer com o meu sofrimento. Porque minha tensão, óbvio, passava pra ela. Amamentar era um suplício.

Cólica

Na teoria: (que eu aprendi no pré-Natal da Casa Ângela) Cólica não existe, é um desconforto porque o bebê ainda não conhece seu corpo. Camomila em compressa resolve.

Na prática: É desesperador ouvir ela chorar e sentir que ela está se contorcendo de dor. Não tem nada pior do que ver que seu filho sente dor. Você vai fazer tudo o que ler na internet e dar todos os remédios que tiver à disposição. (Colic Calm é vida, diga-se de passagem. #ficadica)

 

Baby blues

Na teoria: Uma tristeza passageira nos primeiros dias do bebê.

 

Na prática: Uma vontade BIZARRA de chorar junto com o bebê e joga-lo pela janela. Ainda bem que dura só alguns dias / semanas mesmo, senão seria perigoso.

 

Babá

Na teoria: Que absurdo você deixar de cuidar do seu filho por comodidade.

 

Na prática: Que inveja de quem tem babá. Ainda bem que tenho minha sogra que me ajuda diariamente a dormir 3 horas contínuas por dia e minha mãe que me acolhe na casa dela sempre que possível.

 

Dia a dia

Na teoria: Quero ficar a maior parte do tempo com minha filha, quero ficar sozinha com ela.

 

Na prática: Pelo amor de Deus, segura ela um pouco pra mim. (Isso pode ser dito a qualquer pessoa, sem distinção de parentesco kkk)

 

Cocô

Na teoria: Fica dentro da fralda.

 

Na prática: Sempre (ou 90% das vezes) suja mais do que a fralda e é explosivo.

 

Paciência

Na teoria: Algo que você terá que ter.

Na prática: Algo que você não tem opção a não ser tirar de dentro do seu âmago pra conseguir lidar.

 

Como disse, vou completando quando for lembrando dos itens. Moms, deixem nos comentários seus “teoria x prática” para eu acrescentar aqui!

PS: Isso tudo porque tenho uma bebê boazinha, que dorme relativamente bem, não chora muito a não ser quando tem alguma necessidade ou dor.

Meu relato de parto (ou partos)

Eu me preparei para escrever um relato de parto natural lindo e emocionado, mas não é o que temos para o momento. Tive dois partos: um natural, na Casa Ângela, e um cesáreo, no Hospital M. Boi Mirim. Sofia nasceu, linda e fofa, no dia 15/01, provando mais uma vez que não temos controle algum quando o assunto é ser mãe.

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Como vocês sabem (escrevi aqui), já estava rolando uma super ansiedade pelo nascimento da Sofia. Na terça-feira, dia 12, fui a um acupunturista especializado que fez dois trabalhos em mim: um para relaxar e fugir dessa ansiedade (minha e das pessoas) e outro para estimular o trabalho de parto, já que tinha entrado na 40a. Semana.

E foi batata. Na madrugada já comecei a sentir as contrações. Para quem já teve cólica renal, é semelhante. Talvez pior. Kkk

Eu tinha consulta cedinho na Casa Ângela e pensei: já vou ficar lá hoje. Cheguei lá e, como no domingo anterior, estava com pressão alta – coisa que nunca tive na vida e começou a partir da 40a. Semana de gestação, só pra ajudar…

Fizemos o primeiro cardiotoco e a Sofia não estava muito animada. Provavelmente porque eu sempre tomo ótimos cafés da manhã e nesse dia não tinha tomado nada (porque saímos muito cedo e pelas contrações).

Então ficamos lá na Casa Ângela em observação. Elas monitoraram minha pressão, fiquei na banheira pra aliviar a dor, coloquei minha playlist de TP (trabalho de parto), almocei a comidinha gostosa de lá e nos sugeriram voltar pra casa e nos preparar pro TP de verdade. Saí de lá por volta das 13 hs já com 4 de dilatação.

Em casa continuei com dores o dia todo, mas as contrações não pegavam ritmo. Mas, como já tinha sido alertada, elas aumentavam de intensidade. Às 20 horas (umas 20 horas depois da primeira contração) precisava de bolsa de água quente e massagem do marido na lombar para suportar (e, lembrem-se, sou bem resistente à dor). Ligamos pra Doula Bruna Cortês, que mora aqui em Santo André e iria nos acompanhar até a hora de voltar pra Casa Ângela e lá também, claro.

Ela chegou e as contrações malucas continuaram, ainda sem ritmo. (Acho que eu sou uma pessoa sem ritmo, concluí).

Lá pelas 22 h minhas pernas começaram a reagir às contrações. Elas tremiam, enrijeciam e doíam, muito. E doeriam até o último minuto do TP. Não sei qual a relação das pernas com as contrações, mas comigo foi assim.

Não sei a que horas tivemos uma divisão de água: vômito. Ele marcou o início de uma dor ainda mais maluca. Meu marido ligou pra Casa Ângela que falou que era normal por causa da dor e pra continuarmos monitorando o tempo das contrações pra ir pra lá.

Nessa hora eu já não conseguia acompanhar todos os raciocínios e conversas.

Fui para o chuveiro, fiquei gastando toda a água da Cantareira na minha lombar. Dançava e cantava (na minha cabeça): “Só sei dançar com você, isso é o que o amor faz”. E pensava em um mantra que li em algum relato: “Desce, desce, abre, abre.”

Decidimos ir pra Casa Ângela à 1 hora da manhã. Foi uma delícia #sqn ir até o Campo Limpo (uns 40 minutos de casa), tendo contrações. A Bruna foi atrás comigo pra ir massageando minha lombar e minhas pernas balançaram durante os 40 minutos, balançando até o carro.

Chegando lá a parteira Aline me recebeu e disse que passaria por consulta. Nessa hora tive um pequeno surto. Estava morrendo de dor e sabia que não precisava checar pra saber que não sairia mais da Casa. Mas mesmo assim tive que passar pelo cardiotoco dos infernos (nunca mais quero ouvir esse som – até querer ter outro filho, se é que quererei rs). Depois do cardiotoco, que pelo que lembro estava ok, fizemos o exame de toque e estava com 8 de dilatação.

Sentia um calor absurdo (como sempre durante a gravidez) e o Ricardo começou a me abanar nessa hora – e só parou no dia seguinte.

Nota mental: se tiver um próximo filho, será num local com ar condicionado.

Fui pra sala de PPP (pré, parto e pós-parto). As parteiras sugeriram ir pra banheira, o que é um convite irrecusável para uma pessoa com contrações.

E lá fomos nós num mix de contrações + calor + massagem + gritos. Essa coisa toda…

(Pausa para perguntar pro marido o que aconteceu depois, porque já estava zureta).

Fiquei tentando fazer a Sofia descer no chuveiro (gastando mais água da cantareira). Elas me ensinaram a urrar para relaxar a musculatura e dei gritos que eu não sabia que era capaz. Essa parte até que teve seu lado bom, porque não estou acostumada a gritar. Mas a dor era insuportável e eu ainda tinha que arrumar um jeito de ficar de cócoras, posição que odeio, porque tenho muita dor no joelho (ainda mais pesando quase 100 quilos e ainda grávida). Usei o banquinho de parto, a bola, mas nada me fazia feliz. Dancei mais um pouco, agora sem cantar, só urrar…

Quando o dia já estava amanhecendo elas sugeriram estourar a bolsa, porque provavelmente ela estava impedindo a Sofia de descer. Aí foi feito isso, toda aquela aguaceira e tal… Mais um exame de toque e eu estava com 9 cm (eu acho… o Ricardo não lembra de ter ouvido essa parte). Mais uma medida de pressão e elas não falavam nada. Eu só imaginava na minha semiconsciência, que deveria estar alta, senão elas falariam. Mais força, mais gritos, mais e mais dores e nada da Sofia descer.

Às 7 h, 31 horas depois do TP ter começado, as parteiras entraram na sala com uma cara meio de enterro e eu já sabia o que falariam: que eu seria transferida pro hospital por causa da minha pressão, que estava alta. Decidi pelo M. Boi Mirim no Plano de Parto, porque uma delas havia me dito que lá o acompanhante era permitido. E fomos pra lá de ambulância. E foi ainda mais gostoso #sqn ir amarrada numa maca pulando e sacolejando por uns 15 minutos, com contrações enlouquecedoras e a maldita dor nas pernas. O motorista da ambulância resistia aos pedidos de “manera nas curvas” que as parteiras faziam e eu tinha vontade de mandar todo mundo praquele lugar.

Chegamos no hospital pela emergência, claro, e tive que sair da maca e sentar numa cadeira de rodas capenga que não tinha onde colocar o pé. Delícias do atendimento público. Graças a Deus uma das parteiras falou no meu ouvido: “Não se assuste, o hospital parece ruim, mas a maternidade é ótima. Já trabalhei aqui, você vai ver”. O duro foi que o Ricardo não ouviu essa parte e, claro, ficou assustado.

Vimos umas pessoas naquela situação que vemos nos telejornais, mas graças a Deus logo fomos pro andar de cima, na maternidade. Li em alguma placa “parto humanizado” e pensei: “legal, pelo menos devem ter uma cabeça melhor”.

O Ricardo falou que a sala que fiquei era péssima, mas realmente não me lembro. Lembro do maldito cardiotoco de novo e de implorar por anestesia.

Enquanto o Ricardo dava entrada no hospital, as duas parteiras da Casa Ângela ficaram comigo. Chegou a parteira do hospital, fez mais um toque e pediu que eu fizesse força. Eu simplesmente não conseguia mais. Não tinha ar.

Colocaram oxigênio, que é uma delícia, mas logo chegou a médica pra ver o cardiotoco. Ela disse que o exame indicava algum sofrimento fetal (antes disso as enfermeiras discutiam se o exame estava ruim ou a máquina que estava falhando!).

E a médica sugeriu uma cesárea. Nessa hora se eu tivesse forças daria um beijo nela. Era tudo o que eu queria naquela hora.

Depois disso fiquei implorando pela anestesia e falava: se vai ser cesárea, pelo amor de Deus me anestesiem de uma vez.

Não sei quanto tempo demorou pra me levarem pra sala de cirurgia, mas eu continuei implorando pela mesma coisa.

O Ricardo foi comigo pelos corredores do hospital, pensei naquelas cenas de filme. Bloquearam a entrada dele no centro cirúrgico porque era uma cirurgia de emergência… E fui sozinha pro açougue.

Lá a médica fez mais um toque e viu que tinha dilatação total. Me mandou fazer mais força, fez o chamado rebordo de colo e nada da Sofia descer… Então desistiu. (Eu já tinha desistido, sinceramente).

Continuei implorando pela anestesia e ouvia alguém falar calmamente, como sempre alheios às pessoas ali, se o anestesista estava lá ou tinham que chamar… Quando a anestesista chegou quase dei um beijo também.

As agulhas nas costas não me assustavam, eu queria mesmo era me livrar daquelas contrações. Ela me mandou sentar e senti não sei quantas agulhadas de amor. Kkk

E em segundos (eu acho), a dor passou. Não sentia mais nada e abençoei aquele momento. Rs

E dormi durante o parto, exausta… Acordei com o “miado” da Sofia. Ela não chorava, miava. Como faz até hoje. Como diria a vovó, parece um gato quando a gente pisa no rabo.

A anestesista fofa veio me falar que Sofia tinha puxado meus olhos. Falou isso antes de me falar se estava bem. A médica veio me falar que o que tinha acontecido foi uma desproporção céfalo-pélvica. Ela foi legal e disse para que eu não desistisse do parto normal, que essa era uma questão entre mim e a Sofia e que com outro bebê poderia ser completamente diferente. Ou seja, não é aquele papo de obstetra de “você não tem passagem”, é “você não teve passagem para a Sofia”.

Me trouxeram a Sofia. Beijei aquela carinha linda. Depois o papai entrou e me trouxe ela de novo. Beijei mais um pouco e levaram ela pro bercinho.

Enquanto me suturavam, fiquei namorando com ela. Apesar de dizerem que os bebês não enxergam assim pequenos, tenho certeza que nos olhávamos por vários minutos… E dormi de novo.

Me sentia aliviada pela Sofia estar bem, por não estar mais com tanta dor. E por saber que minha cesárea não tinha sido uma “desnecesárea”. Afinal, ela tinha ocorrido pelos motivos que minha diva do parto natural, Ana Cristina Duarte, diz que são os motivos reais para uma cesárea. Ela disse ao Estadão:

Estadão: E quando uma cesariana realmente tem que ser feita?

Ana Cristina Duarte: Por desproporção céfalo-pélvica, ou seja, se depois da dilatação total da mulher o bebê não descer pelo canal de parto, uma condição que só se descobre no final do trabalho de parto. Também por sofrimento fetal, que é quando o trabalho de parto é cansativo demais para o bebê e tem que se fazer uma cesariana porque não dá para esperar mais. Mas o sofrimento fetal tem que ser comprovado pelo padrão dos batimentos cardíacos do bebê. Um papel com esse valor é impresso e tem de ser colocado junto com o prontuário da mulher.

Fonte: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ser-mae/os-medicos-nao-fazem-mais-parto-normal-nem-em-suas-proprias-esposas-afirma-uma-das-parteiras-mais-engajadas-do-brasil/ 

Aqui mais uma referencia sobre o tema: http://www.maternidadeativa.com.br/artigo5.html

E, claro, o que mais me preocupava: não fiz uma cirurgia marcada, não arranquei a Sofia do seu soninho. Ela acordou, disse a hora que queria nascer e me fez trabalhar muito. Liberei muita oxitocina, trabalhei por ela e com o mix de hormônios do amor . Ela escolheu sua hora e Deus escolheu o resto. Eu dizia durante a gravidez que eu havia feito tudo o que podia para ter o melhor parto. Se ele não pudesse acontecer, seria uma escolha de Deus e não do médico ou minha. E foi o que aconteceu.

Claro, rola uma frustração, um sentimento de “podia ter feito mais”.

Me senti meio desamparada na Casa Ângela, por incrível que pareça. Eu escrevi no meu plano de parto que preferia ser orientada sobre posições, hora de fazer força. Sei que funciono melhor assim. Mas o que senti foi que elas eram expectadoras. Sei que o parto era meu, mas precisava de ajuda. Em muitos momentos me irritava a passividade delas, o fato de só olharem, de saírem da sala e me deixarem só com o Ricardo, esse coitado guerreiro que foi parteiro, doulo e provavelmente sentiu todas as dores comigo. Ele me conhece, sabe que a dor que eu estava sentindo. Elas não. Tudo era normal, fazia parte… Enfim, nunca saberemos se as condutas foram adequadas, se foi tudo normal mesmo… O que importa agora é cuidar da Sofia.

E quando vier a vontade de sermos pais de novo, pensaremos de novo em qual vai ser o parto, porque essa com certeza foi traumática. No momento pensamos que a melhor alternativa é se a cegonha nos mandar, porque não queremos passar por isso de novo. A diferença entre os partos normais que li e ouvi é que a pessoa teve a compensação por tanta dor: o momento do nascimento, do bebê ir para os seus braços, ainda sujinho e tudo mais. Aquele alívio… Eu não, tive só a dor, o desespero.

Mas agora posso dizer que sou experiente em partos. Tive um parto normal e um cesáreo. Já não preciso mais me basear só na teoria. E meu presente por estudar tanto sobre o parto foi minha pacota linda, que está me deixando louca de trabalho e de amor.

Hoje o assunto não é cabelo

Talvez seja difícil voltar ao foco desse blog… Quase não escrevi depois que fiquei grávida, mas posso usá-lo para falar sobre maternidade também, né? Por enquanto ele vai continuar assim, quem sabe depois vire Cabelo (e bebê) bem cuidado! rs

Por enquanto, vou aproveitar o espaço para dividir / desabafar.

Quem me conhece sabe, troco mil oportunidades de falar por uma de escrever… e ainda não escrevi nada sobre a gravidez, sobre a Sofia.

Lendo relatos de parto fiquei pensando nisso… não consigo conversar com a Sofia ainda dentro da barriga, mas posso me expressar por cartas, como sempre fiz com meus amigos.

Afinal, desde o começo da gravidez converso com ela em pensamento e é o que estou fazendo agora. Depois que li “Nossos filhos são espíritos” – em PDF aqui-, um livro ótimo para quem acredita em espiritismo, me sinto mais tranquila com esse comportamento de não conseguir conversar com a voz, com a fala… mas mesmo assim fico intrigada se a Sofia não está esperando umas palavrinhas de compreensão. Kkk

Sim, tenho um bloqueio que precisa ser trabalhado com a psicóloga, mas não dá tempo de fazer isso antes de a Sofia nascer. Se eu tivesse que telefonar pra ela para chama-la então, ela nunca sairia de dentro de mim. Kkk

Sim, odeio falar. E olha que melhorei com a idade.

Mamãe tá cansada dessa barrigão, mas espera seu timing, ok? ;)

Mamãe tá cansada desse barrigão, mas espera seu timing, ok?😉

Estamos com 39 semanas e 5 dias e desde a 37a não consigo pensar em outra coisa senão em como quero que ela nasça logo.

Primeiro era o incômodo, as dores, o meu peso – engordei mais de 30 quilos – agora é a ansiedade em ver a carinha dela.

Nas minhas “conversas psíquicas” com ela falo o quando quero colocar ela no colo, abraçar, beijar… Que por mais que esteja quentinho e legal dentro de mim, ela vai ser tão amada aqui fora que vai compensar. Mas sei que se ainda não rolou, é porque ainda não é a hora.

Uma amiga me ensinou que quem quer parto normal tem que encarar a primeira realidade da maternidade: não temos controle de nada.

Mas gente, é um sufoco estudar tanto durante 9 / 10 meses (sim, a gestação leva 10 meses e não 9, como vc sempre pensou) e não ter uma resposta exata sobre nada. Leio mil vezes os mesmos artigos e tudo é inconclusivo. Afinal, como são / serão as contrações? Eu já estou tendo? Desde quando?

Eu tenho dores, eu tenho contrações, mas preciso esperar que as duas coisas aconteçam juntas?

E o que eu tô perdendo desde ontem, é o tal tampão mucoso? Sabia que ele pode ser transparente, branco, verde, vermelho?? Não dava pra facilitar a vida da mulher???

E depois que ele sai, sabia que o trabalho de parto ainda pode demorar horas, dias ou SEMANAS??? Veja bem, semanas!!!

É muita falta de certeza para uma mulher que está há 9/10 meses com os hormônios e a vida bagunçadas! Chega a ser injusto…

Eu não sou medrosa, nunca fui… por isso nunca cogitei uma cesárea. Lido bem com a dor – muito melhor do que com pessoas, por exemplo, e com o telefone. Kkk

Meu medo é não saber que estou em trabalho de parto… Dar algum problema porque tô aqui de boa, achando que essas dores são normais… Fico pensando se sou uma super mulher e que as contrações serão sutis pra mim… E aí penso que não mereço tanta sorte assim. (ou mereço???)

Desde o começo nas consultas da Casa Ângela, que são mais psicológicas que físicas, elas me perguntam sobre meus medos e sempre falo de dois: 1- não conseguir me soltar; 2- não saber a hora de ir pra lá pq sou resistente à dor. O primeiro problema eu já desencanei, porque li e ouvi mil vezes que o parto é muito mais transcedental do que a gente imagina e vamos sempre reagir instintivamente e não com a cabeça… Então licença, cabeça, que meus instintos vão me soltar. O segunda ainda me preocupa… Não sei se torço pra dor ser insuportável pra eu saber que é ela ou se torço pra continuar assim…. rs

Aposto – espero – que eu não seja a primeira nem única mulher a passar por isso, então acho que esse post pode ajudar, no futuro outras mães a se sentirem melhor com esse “desespero” pré-parto.

Em resumo, estou com quase 40 semanas, perdi (ou não) o tampão, tenho contrações (ou não) totalmente irregulares e dores (posturais, normais ou de TP?) há muitas semanas. Ou seja, não sei nada.

Aguardando as cenas do próximo capítulo… Espero vocês, dores! Espero não conseguir voltar pra contar pra vocês, mas qq coisa conto depois, com a Sofia nos braços!😉

À Sofia,

Mamãe tá te esperando. Papai mandou avisar que o trabalho já está encaminhado e que ele pode tirar licença pra sua chegada! Vovó e vovô já voltaram da Paraíba pra cuidar de você. Vovó Iara achou a Casa Ângela maravilhosa (e quer comer os bolos que fazem por lá e contaminam o ar e deixam a casa com cheiro de casa e não de hospital – ufa!!)

Já assinamos o termo de parto por lá, o melhor lugar onde você poderia nascer – e os parentes e amigos até já se acostumaram com a ideia de um parto humanizado numa casa de parto. Com o tempo isso vai se tornar cada vez mais normal e vamos ficar orgulhosas por termos lutado por um nascimento assim.

As malas estão no carro desde a 37a. semana. O seu corner está pronto e o seu berço sem pelos de gatos – apesar de eu saber que você vai curtí-los tanto quanto eu e vai amar dormir com eles. rs

Carrinho, cadeirinha… tudo pronto! Tetas prontas tbm pra dar quanto leite você quiser tomar!!! rsrs

Mamãe topa uns chutes mais fortes pra saber que você entendeu!

Ah, e sei que nossa “telepatia” vai ser eterna, não só enquanto você tá aqui dentro, mas prometo me esforçar pra falar que te amo todos os dias da minha vida. Com todas as letras e em voz alta!

Os números de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog. Promessa de 2015, voltar a postar!!!🙂

Lógico que o assunto maternidade estará presente, afinal, Sofia está chegando!

Happy New Year!!!

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 76.000 vezes em 2014. Se fosse o Louvre, eram precisos 3 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Clique aqui para ver o relatório completo

Cabelos da Sophia Abrahão

Eu nunca fui muito com a cara da Sophia Abrahão. Na verdade não sei de onde ela surgiu, mas tenho me surpreendido.

Não só pq ela faz tudo: atriz, modelo, cantora e agora, escritora, mas porque ela arrasa no cabelo.

A capa do livro ficou linda e o ruivo dela já está super desejado, pelo que vi. Quem quiser copiar, ensinaram aqui: http://mdemulher.abril.com.br/cabelos/reportagem/segredo-das-estrelas/como-conseguir-ruivo-sophia-abrahao-773030.shtml

capa do livro da sophia abrahão

Quem cuida do cabelo dela, assim como o da outra ruiva Marina Ruy Barbosa, é o Marco Antonio de Biaggi.

o ruivo de sophia abrahão

Quem é ruiva ou quer ficar, sugiro seguir uma das blogueiras mais queridas do Brasil, a Julia Thetinski, do Frescurinha.

Um pouco dos cabelos da Sophia Abrahão. (Tô começando a gostar dela, pelo menos do nome. Kkkk Mas a minha será Sofia. Simples e prática).

 

sophia abraao ruiva sophia abrahao morenasophia abrahao loira sophia abrahao morena

 

Os cabelos das atrizes de Império

A novela começa amanhã, mas os cabelos já são desejados. Pode isso??

Eu voto nos buxixos sobre Marina Ruy Barbosa e amei Vanessa Giácomo de cabelos naturais, além de Leandra Leal, sempre assumindo os cachos. Adoro!

Acho que o vermelho da alguém Pessoa tbm vai fazer sucesso, mas eu nunca vi essa menina. Estou por fora?

Vamos acompanhar. rsrs

Quem já quiser copiar, é só ver as dicas dos experts!

Ego – Especialistas ensinam a copiar o visual das atrizes de Império – Beleza.

 

Andreia Horta

Marina Ruy Barbosa

Nanda Costa

Vanessa Giácomo

Maria Ribeiro

Leandra Leal

Josie Pessoa

Adriana Birolli

Lilia Cabral

Cabelo armado e ressacado? A culpa pode ser do encanamento.

Como está difícil arrumar tempo pra escrever, estou colocando aqui algumas dicas que vou vendo pelo Brasil. Adorei essa. Às vezes a culpa do cabelo zuado não é nossa!! rsrs

Cabelo armado e ressacado? A culpa pode ser do encanamento. Entenda! – Cobre cabelos – Mulher – Bonde. O seu portal.

 

cabelo armado com frizz

Cabelos e gravidez

cabelo gestacao

Estou há muito tempo devendo um post sobre o tema, mas agora que “sou grávida”, como tenho falado, me sinto mais tranquila pra abordar o tema.

Conversei com os especialistas do Celso Kamura sobre o assunto e eles disseram que na teoria não tem problema usar as luzes como uso, afastadas da raiz… De qq forma essa é uma decisão que só seu médico e você podem tomar, nunca o cabeleireiro, combinado? Eu, como não tenho cabelos brancos, não vou fazer tintura até a amamentação.. não tem necessidade!

Mas, entendo quem tem cabelos brancos e busquei dicas, vejam:

cabelos brancos

Penelope Cruz pode

– Rímel: se seu cabelo é preto ou marrom, vc pode usar a máscara de cílios para literalmente “mascarar” os fios brancos. Quem tem cabelo loiro ou castanho claro pode fazer o mesmo com corretivo. Nenhum dos dois produtos pode ser usado por muito tempo, porque pode ressecar os fios. Mas vc pode usar numa festa ou cuidar das madeixas direitinho pro cabelo não ressecar, que tal?

– Evitar linhas retas é um dos conselhos dos especialistas… Se vc divide o cabelo ao meio, por exemplo, os fios grisalhos ficam mais evidentes. Os looks bagunçados vão te ajudar a disfarçar. Como uma adepta dos cabelos bagunçados, recomendo que usem shampoo e condicionador de volume, além de spray de volume no fim do dia, porque isso já faz com que o cabelo não fique colado na cabeça e os fios não apareçam tanto.

– Quem acha que fica bem com franjas, também pode optar por elas – eu não tenho coragem, pq depois que fiquei grávida engordei 10 quilos e a cara de bolinha tá f*. Mas #ficadica. A franja cria volume na raiz do cabelo e disfarça os brancos!

– No desespero, nada como um lenço, uma tiara. Está na moda e fica lindo. Eu só não uso porque como já disse algumas vezes, não curto minha testa, então evito dar destaque pra ela.

Aqui no blog Tem no meu quintal dicas ótimas de como usar o lenço: http://www.temnomeuquintal.com/2013/09/sete-maneiras-como-amarrar-lencos-na.html

 

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Sobre alisamento: não podeeeeee.

Não é recomendado fazer qualquer tipo de alisamento, principalmente porque ele precisa ser feito desde a raiz.

A dica é: secador, chapinha e mãos a obra.😛

Se eu descobrir algo melhor, conto pra vocês.

Update: Hoje (21/07) fui em um novo obstetra (Dr. Paulo Fusari) e conversei com ele sobre isso. Ele falou que dá pra fazer luzes, desde que touca ou papel alumínio. Não pode ser direto na pele (no couro cabeludo). Tinta sempre sem amônia e shampoo totalizante sem amônia também está liberado.
Ele falou que tbm podemos fazer alisamento, desde que não tenha formol, mas como é de conhecimento geral, alisamento sem formol é como filhote de pomba, ninguém nunca viu, então eu continuo achando que é melhor ficar sem durante o período. Ele ainda falou sobre depilação a cera quente ou fria, cremes depilatórios, tudo isso pode. Ufa!

Fora isso, deu as dicas: filtro solar mesmo se não for sair de casa; cremes super hidratantes para evitar estrias.

É normal nascerem mais pelos, mais acnes, mais cravos… vai passar… rs

Drenagem linfática, hidro e pilates ajudam a grávida a se preparar pra recuperar o peso depois e também pra evitar o inchaço das pernas (que já me incomoda horroresssss).

Enfim… Não é tão ruim assim cuidar da beleza no período!